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Tristran, a Primeira Parada!!

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Tristran, a Primeira Parada!!

Mensagem por DM-Fi em Ter Ago 15, 2017 10:26 am



Este pequeno vilarejo situado às margens do Rio Londa foi no passado uma pequena comunidade de caça e pesca. Mas com o crescimento das vilas mais próximas, deixou de ser suficiente para abastecer toda a necessidade da crescente população. Hoje, ainda comercializa com as vilas mais próximas, mas na maioria contratos baratos mantidos por mercadores tradicionais, mais pelo apego a velhas tradições do que necessidade, propriamente.

Sua população é muito simples e bondosa, e mesmo em épocas de guerra no passado, tinha tão pouco a oferecer que nunca foi de fato saqueada, apenas abrigou tropas de ambos os lados, fornecendo-lhes comida e descanso. Afinal, era tudo que tinham de interesse.

Depois da Primeira Guerra Redentora, algumas personalidades locais ganharam renome e destaque, seus feitos sendo espalhados pelo Reino, o que chamou um pouco de atenção para a pequena vila. Ainda assim, a falta de ambição de seus moradores nunca a ajudou a crescer, e da mesma forma como veio o interesse, ele foi se acabando.

Se você busca uma vida simples e tranquila, este é o lugar certo. Mas se busca conhecer o mundo, aventurar-se na história e nos mistérios do passado, sugiro que continue pela estrada até a próxima parada.

Governo:

Pela baixa população, nunca houve a necessidade de uma organização. Então o controle da vila é feito por um grupo de burgueses, nomeados pelo "Conselho dos Caçadores", um nome mais representativo do que uma identidade de seus membros, em sua maioria pessoas simples e de pouca visão.
Há o "Homem da Caça", nomeado entre os caçadores para representá-los nas decisões locais, o "Homem da Pesca" e o "Homem dos Rebanhos". Estes três senhores tomam todas as decisões importantes na vila, vestindo-se de pompa e aparências. Mas nunca houve uma real necessidade de CUIDAR da vila, sempre muito tranquila e pacata.

Economia:

Vivendo primariamente da produção animal de seus rebanhos, além da caça e pesca, muita coisa vem de fora, ou é produzida apenas para abastecer as necessidades locais, não representando mais do que um escambo dentro da economia local.

Importa
Minérios, madeira e produtos vegetais

Exporta
Cerveja, roupas, peças de couro, cerâmica, além de bens de consumo animal, como carne, ossos e partes.

* Ainda existe o primeiro barracão usado por seus fundadores para limpar suas capturas antes de serem vendidas aos locais ou preparadas para ser enviadas à Capital, a pouco mais de um dia de viagem. Mas hoje, o barracão foi abandonado, sua estrutura velha e precária guarda histórias tenebrosas do passado, e todo tipo de boato sobre assombrações e visões dos animais mortos ali correm a boca pequena.


Lugares de Interesse:

Passo Alegre, Taverna

Mantida pelo bom senhor Billian, um velho bonachão e gorducho. Ele e sua senhora Amélia conhecem todas as histórias que se há pra conhecer sobre a região, embora algumas pareçam ter sido inventadas ou exagerada.
Todas as Sextas, um menestrel vem à vila se apresentar, hospedando-se neste agradável lugar de poucos quartos e ambiente acolhedor. E junto dele, Billian conta algumas de suas histórias, envolto às músicas e mistérios do menestrel.
Reza a lenda que este senhor gorducho já foi um valente guerreiro na época da Guerra Redentora, mas depois de ver os horrores e as mortes com os próprios olhos, decidiu se aposentar e buscar uma vida mais simples.

Folhas Gentis

Esta loja de livros e boticário está quase sempre vazia. Muitos supersticiosos, os moradores da vila não gostam muito das maneiras exóticas de seu proprietário, um homem sombrio de meia-idade que tem fama de envolver-se com os mistérios do "outro mundo". Mas quando uma doença incomum aparece por ali, ele é logo requisitado, seus remédios e unguentos considerados verdadeiros "milagres", quando na verdade são fruto de muito estudo e dedicação.
O bom senhor Jeremias "Olhos de Coruja" é um homem vigoroso para alguém que já passou dos 40 anos de idade. Viu o vilarejo crescer ao ponto que está hoje, viu quando os criadores superaram os antigos caçadores em renome local, e toda a confusão que isto causou. É de poucas palavras, mas muito sábio e acolhedor.

Artes e Entalhes

Juntando boa parte das necessidades locais num só pavilhão, é mantido por dois irmãos, um ferreiro e um coureiro, que trabalham boa parte das carcaças dos animais da vila, ajudando os caçadores e pescadores locais com suas ferramentas e comércio de mercadorias, pois a maioria não é capaz de vender a própria produção, sendo facilmente enganados por mercadores de fora.

Jonas, especializado em trabalhar madeira e peças de ferro, e Barney, açougueiro e perito em trabalhos em couro e peças animais, são os donos do lugar. Seu pai, de idade avançada, é taxidermista, vivendo numa cabana fora da vila. as pessoas têm medo de suas criações, consideradas "realistas demais", e depois de pegar a "doença da idade", como chamam, é visto constantemente falando sozinho, ou com alguma de suas peças. Tem um fascínio quase doentio por olhos.

O pavilhão é geminado, de um lado o açougue e os tonéis de conserva, e do outro, tábuas e móveis sempre em produção.

Bairro dos Caçadores

Apesar do nome, é, como toda a vila, um aglomerado de casas habitado por caçadores, lenhadores e suas famílias. Em sua maioria, são homens fortes e de maneiras grosseiras e agressivas, que falam alto, reúnem-se na taverna nos dias de folga para beber e comparar habilidades e mostrar seus imponentes músculos às pessoas mais fracas.
Não é raro que se metam em confusão, não só entre si mas principalmente quando há gente de fora, pois gostam de impressionar, e se tudo mais falhar, sempre há a força de um bom murro.

Casa-forte

O nome é uma piada local, pois numa vila assim pacata nunca houve a real necessidade de uma guarda formal. Normalmente as confusões locais são resolvidas de maneira civilizada, ou com uma boa briga entre as partes discordantes. Mas desde a Guerra Redentora, Lorde Ástor achou importante manter alguns guardas ali, mais para ajudar em tempos difíceis e reportar qualquer atividade suspeita por ali.
Mas como quase nunca são necessários, e apesar de serem dois, sempre haverá apenas um deles na pequena guarnição, uma cabana de alvenaria reforçada que destoa de todas as outras casas da vila (por isso seu nome).

Devido à pouca atividade local, a cada duas semanas os guardas locais são trocados, vindo outros da Capital. Quando isto acontece, os novatos são vistos fazendo ronda pela vila, entrando nos estabelecimentos e se apresentando às pessoas. Mas depois de dois ou três dias no marasmo da vila, logo são engolidos pelo tédio e pela rotina local.
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Re: Tristran, a Primeira Parada!!

Mensagem por DM-Fi em Ter Ago 15, 2017 10:29 am



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